Aos 14 anos,uma adolescente
chegou à portada Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) para
contar o terror que sofria, há três anos, dentro de casa ao ser violentada
sexualmente pelo pai, na Grande Vitória. Nos braços um bebê,gerado por causa dos
estupros. O estuprador, pai biológico do bebê e da adolescente, é procurado pela
polícia há oito meses. “Durante o inquérito aberto,a Justiça concedeu a o mandado
de prisão do acusado. Desde então, foram seis tentativas de cumprimento do
mandado e ele não foi localizado”, informou o delegado Lorenzo Pazolini,
titular da DPCA. Para não expor a identidade da vítima, a cidade onde aconteceu
o crime não será divulgada. Amenina morava em outro Estado com a mãe. Mas
veio ao Espírito Santo passar as férias com o pai, aos 10 anos, e ele não a deixou
voltar para a casa da mãe. Desde então,ela passou a morar com ele,a madrasta e dois
irmãos. “Os estupros começaram no mesmo ano, quando a madrasta saia de casa para
trabalhar”, detalhou Pazolini. MEDO O medo fez com que a filha não denunciasse o
pai, porém, aos 13 anos, ela ficou grávida e o conselho tutelar foi comunicado.
Os conselheiros abordaram a vítima e descobriram que o bebê era fruto de estupro.
O bebê e a adolescente foram retirados do local e colocado em um abrigo. O
mandado de prisão foi expedido em julho de 2017. Um advogado do acusado esteve
na delegacia e se comprometeu a apresentá-lo na delegacia, em 30 de outubro.
Porém, ele nunca apareceu. O pai continua sendo procurado pela polícia. Já a
vítima foi morar em outro Estado com familiares. (Glacieri Carraretto)
Fonte: Jornal Agazeta
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| Foto ilustrativa |

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